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Rota da Cerveja em Santa Catarina
Schornstein (2006) Produção mensal: 15 mil litros Tipos: três pilsen (não-filtrada, cristal e Fest) e schorn-bier, bock
"Caçula" do grupo, abriu em junho em Pomerode, um dia antes da Copa do Mundo. Também tem restaurante. A construção preservou a chaminé que dá nome à cervejaria. A melhor é a Schorn-Bier. Experimente tomá-la com um apfelstrudel. Promete lançar, no dia 30, a Pommern-Bier, pale ale.
Eisenbahn (2002)
Produção mensal: 220 mil litros
Tipos: 9 de cerveja e 4 de chopp
A cervejaria de Blumenau é a maior da categoria no estado e chega até São Paulo. O nome, ferrovia em alemão, foi dado porque havia estrada de ferro diante da fábrica, que tem bar. Dá para fazer visitação, com direito a chope, às 4ªs, 6ªs e sábados de 16h30 às 19h, por R$ 3. O bar funciona de 16h a 0h na semana e de 10h a 0h sábado.
Chopp Ilhéu (1999)
Produção mensal: 6 mil litros
Tipos: pilsen, stout e red ale
A variedade mais vendida pela fábrica de Florianópolis é a pilsen. Permite visitas e degustação. A partir de 2007, tem planos de começar a vender a produção engarrafada.
Bierland (2003)
Produção mensal: 20 mil litros
Tipos: pilsen, bock e weizenbier
A fábrica de Blumenau tem bar, de onde é possível ver a fabricação da cerveja. Prove a weizenbier, de trigo. Também tem garrafas de 2 litros a R$ 10. O consumo deve ser rápido, para manter qualidade.
Canoinhense (1908)
Produção mensal: 100 litros
Tipos: Nó de Pinho (kulmbach), Jahú (pilsen), Mocinha (pilsen suave) e malzbier
Aberta em 1908, a cervejaria de Canoinhas foi comprada em 1924 pela família do atual dono, Rupprecht Loeffler que, com 89 anos, diz tomar 2 litros de cerveja por dia até hoje. É a chance de conhecer um processo bastante artesanal, onde a cerveja descansa em barris de madeira. E tome a Nó de Pinho, escura e encorpada. R. 3 de Maio, 154.
Mühle (2005)
Produção mensal: 160 litros
Tipos: chope ale
É vendida em garrafas long neck (R$ 3), no Empório Mangarito (Mercado Municipal de Joinville.
Land Brauer (1999)
Produção mensal: 240 litros
Tipos: lager gold, dunkel, rauchbier (“defumada”) e fässler (fervida com parte do bagaço)
Fábio Steinbach e o sogro Sighart - “mentor” do projeto - começaram a fazer cerveja em 1999. Hoje, a fabricação artesanal em Blumenau produz geladas muito boas e encorpadas. Se for visitar, pergunte pelas novidades. Agora, estão sendo produzidas a rauchbier e a fässler; agendar. A produção também pode ser consumida no Chalé Grill.
Alpenbier (1998)
Produção mensal: 4 mil litros
Tipos: pilsen (filrado e não-filtrado, bock, morango e limão)
A fábrica, em São Bento do Sul, é anexa a um restaurante. A mais vendida é a pilsen. A morango foi criada para mulheres. Funciona de 2ª a sábado, no almoço e jantar.
Zehn Bier (2003)
Produção mensal: 40 mil litros
Tipos: pilsen e porter
Quando a família Zen queria criar a fábrica em Brusque, um dos filhos do seu Hylário escreveu “Zehn” numa folha de papel. Era o sobrenome da família, mais o H do pai. E significa dez em alemão. Hoje, a Zehn também engarrafa o chope (R$ 2,30 a garrafa). E produz um tipo diferente de pilsen para o Botequim Colonial 69, em Blumenau.
Borck
Produção mensal: 20 mil litros Tipos: pilsen e malzbier
De Timbó, é a mais antiga da região, está aberta a visitas. Prove a malzbier. E leve bolachas de chopp para a coleção dos Borck.
Kannenbier (2004)
Produção mensal: 100 litros
Tipos: pilsen, stout, bock e pale ale
André Kannenberg, de Indaial, começou a fazer cerveja em casa em 2004, para família e amigos. Em 2003, viajara à Alemanha para aprender mais. Meticuloso - a ponto de tentar reproduzir cerveja que tomou descobrindo ingredientes pelo sabor -, criou próprio equipamento e importa insumos da Alemanha. O resultado é muito bom: uma cerveja perfumada, encorpada e com colarinho generoso. Destaque para a Stout, na qual é possível sentir um gosto suave de café.
Bierbaun (2004)
Produção mensal: 20 mil litros
Tipos: pilsen, bock, dunkel e abacaxi
O nome da fábrica de Treze Tílias - e sobrenome dos donos - quer dizer “árvore da cerveja” em alemão. A família pesquisou as origens, e constatou que a versão original era "árvore de pêras"; a fruta está no logo da cervejaria. Não deixe de provar a dunkel. Funciona com o restaurante Edelweiss. Na mesma rua, está a Adega Tirolesa, que usa parte da produção da Bierbaum no Bierbrand, destilado de cerveja.
OPA Bier (2006)
Produção mensal: 8 mil litros
Tipos: pilsen
Produz uma pilsen mais suave. Mas por que OPA? “É cumprimento da região. Em alemão também é avô, que lembra tradição. E é simples”, diz Luiz de Oliveira, um dos sócios. É possível visitar a fábrica e fazer a degustação. “Só é cobrado se a pessoa exagerar.” Choperia: R. Max Colin, 1.399; de 3ª a domingo, a partir de 17h..
Heimat (2005)
Produção mensal: 9 mil litros
Tipos: pilsen não-filtrado e filtrado
Dono de fábrica de pneus e fã de cerveja, Georg Nuber, o Jorge, queria produzir a bebida. Resolveu abrir logo uma cervejaria em Indaial. Heimat quer dizer “terra natal”, homenagem aos avôs de Nuber, de Lindau (Alemanha), que faziam cerveja em casa. A fábrica tem visitação; é melhor ir 2ª ou 3ª. Só não faça trocadilhos entre pneus e efeitos do excesso de cerveja na cintura.

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